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Postos de recarga da Volvo irão cobrar para carros de outras marcas

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A Volvo foi pioneira no Brasil em criar corredores com postos de recarga para carros elétricos nas principais rodovias. Desde 2021, quando esse projeto iniciou, a recarga era gratuita para todos os veículos, mas a partir dessa quarta (10) ela será cobrada para quem não tiver carro da marca sueca.

Essa decisão foi justificada no sucesso desses postos de recarga para carros elétricos: só em 2023 foram feitas 40 mil recargas nas estações da Volvo, que totalizam em 1 milhão de kWh fornecidos.

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Segundo a Volvo, seus postos já cobrem 19 mil km de rodovias no Brasil, com 52 eletropostos instalados e 37 rotas conectadas. Confira os valores que a montadora irá cobrar para usar sua rede de carregadores:

  • Para clientes Volvo: gratuito
  • Para veículos de outras marcas: R$ 4,00 por kWh
  • Taxa de conectividade: R$2,50 (cobrança única quando inicia a recarga, exceto para clientes Volvo)
  • Taxa de ociosidade: R$5,00 por minuto (tolerância de 15 minutos e cobrança a partir do 16º minuto, apenas em carregadores rápidos em rodovias — incluindo clientes Volvo)

O valor cobrado pela Volvo na recarga é o mais alto do Brasil. Como referência, a Shell cobra R$ 2,40 pelo kWh em seus eletropostos Recharge.

Quem tiver um BYD Dolphin, por exemplo, teria que desembolsar R$ 182,10 para realizar uma carga completa nas baterias de 44,9 kWh do compacto. Num eletroposto Shell Recharge essa carga custaria R$ 107,76.

Como referência, um motorista gastaria R$ 304,72 para encher o tanque de um VW Polo com gasolina ou R$ 199,16 para abastecer com etanol. Isso exemplifica como os eletropostos da Volvo podem encarecer a viagem dos donos de elétricos feitos pela BYD, GWM, Renault, Peugeot e outros marcas.

Esse é um exemplo teórico, já que esses postos são para realizar cargas rápidas de 10 a 80% durante viagens. Em carros elétricos há uma demora maior para “completar” os 20% finais da bateria.

Um fator interessante na cobrança feita pela Volvo para usar seus postos de recarga é a taxa de ociosidade. Muitos donos de carros elétricos enfrentam esse problema de ter o carregador ocupado por um veículo que já está com a bateria cheia e o dono não manobrou ele para uma vaga comum.

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